sábado, 12 de setembro de 2015

Epilepsia e o Cloreto de Magnésio PA


 A epilepsia é marcada por níveis anormalmente baixos de magnésio no sangue, causando hiper-excitabilidade em regiões do cérebro.
Há muitos casos de epilepsia que melhoram significativamente ou desaparecem com suplementação de magnésio. Uma pesquisa com 30 epilépticos, em que tomavam diariamente 450 mg de magnésio, resultou no controlo com sucesso das convulsões. Em concentrações suficientes, o magnésio inibe convulsões, limitando ou retardando a propagação da descarga elétrica de um grupo isolado de células cerebrais para o resto do cérebro. As drogas usadas pela medicina alopática são, normalmente, de efeitos anticonvulsivos, isto é, travam os sintomas (parte exterior da doença) sem ir às causas (parte interna e essencial da doença). A médica Adelle Davis verificou que a ingestão diária de 450 miligramas de magnésio por 30 crianças epilépticas que estavam sendo medicadas com drogas anticonvulsivas lhes restituiu a saúde, sem necessitarem mais de recorrer a essas drogas. Um estudo feito em 22 pacientes, publicado em maio de 2012 pelo Toronto Western Research Institute – Canadá, sugere o efeito benéfico da suplementação de magnésio como adjuvante de outros tratamentos em casos de epilepsia refratária.
O magnésio é um mineral essencial envolvido em vários processos do corpo, incluindo a função do sistema nervoso central. A deficiência de magnésio grave resultante de defeitos genéticos raros tem sido associada a convulsões. Infusão intravenosa de magnésio é utilizada na medicina para prevenir e gerir crises em pacientes com epilepsia e outras condições, tais como eclâmpsia. O magnésio exerce um efeito anticonvulsivante em animais, relata um artigo de Alan Gaby numa edição de 2007 da Revista Medicina Alternativa. Em animais, o efeito anticonvulsivo do magnésio parece bloquear a activação dos receptores excitatórios determinados no cérebro. O artigo de revisão, observa caso clínico em que a administração oral de magnésio reduz a frequência de crises em humanos também.

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