terça-feira, 15 de setembro de 2015

Doenças Cardiovasculares

Doenças Cardiovasculares


A ação do magnésio sobre a energia do coração é tão importante que ele tem sido prescrito como preventivo ideal dos ataques cardíacos. O coração, por exemplo, não consegue bombear sangue pelo corpo sem energia adequada. Nas células das fibras musculares do coração há uma quantidade de ATP que quando enzimaticamente convertida libera energia para permitir a atividade cardíaca.
Níveis adequados de magnésio são essenciais para o músculo cardíaco. Aqueles que morrem de ataques cardíacos, tem muito baixo o nível de magnésio e elevados níveis de cálcio nos seus músculos cardíacos. O magnésio mantém o cálcio dissolvido no sangue. Sem o equilíbrio adequado entre magnésio e cálcio, em uma razão de um para um, o cálcio acaba se depositando nas artérias coronárias, resultando em artérias obstruídas.
As artérias tornam-se duras e rígidas, o que restringe o fluxo de sangue e provocando a pressão arterial elevada. Além disso, essa falta de elasticidade dos vasos sanguíneos pode facilmente causar ruptura e acidentes vasculares cerebrais.
Os pacientes com doença coronária que foram tratados com grandes quantidades de magnésio sobreviveram mais e melhor do que aqueles com tratamento convencional. O Magnésio dilata as artérias do coração.
O Magnésio intracelular ajuda a relaxar os músculos.
“Alguns pesquisadores dizem que nós poderíamos reduzir a nossa taxa de doenças do coração pela metade, se tomamos mais magnésio. O magnésio equilibra o excesso de cálcio que está associado com o coração entrar em espasmo muscular, o que equivale a um ataque cardíaco. “
 Carolyn Dean, MD, ND, O Milagre do magnésio
Especialista em magnésio e diretora da Nutritional Magnesium Association
Ação do magnésio:
– dilata os vasos sanguíneos,
– neutraliza a ação do cálcio, prevenindo o vaso espasmo,
– ajuda a dissolver os coágulos,
– reduz dramaticamente o tamanho do dano cardíaco e previne a arritmia,
– age como um antioxidante contra a ação dos radicais livres no local afetado pelo enfarte.

Nervo Ciático, chega de dor.

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A importância do Magnésio para os músculos e nervos

O primeiro proeminente pesquisador a investigar e a promover os efeitos  do magnésio foi um cirurgião francês, Professor Pierre Delbet MD.
Gradualmente o Prof Delbet descobriu que o  magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram tremores e cãibras musculares.



Nervo Ciático
Quem sofre de nervo ciático pode se curar de forma perfeita, indolor, fácil e barata. E tem, ao mesmo tempo, a cura de todas as doenças causadas pela carência de magnésio no passado.
O MEU CASO de quase paralítico, como referência. Aos 55 anos de idade, sentia estranho peso na perna direita. Aos 65 anos, virou dor intratável. Aos 69 anos formigava toda a perna ao ficar em pé (sentado, não). Então atinei ser bico de papagaio, já visível aos 55 anos, que calcificara e apertava o nervo que descia à perna. Fugia da dor sentando e, na cama, enrolado como um gato. Ouvi de um especialista: -Isso já não é um bico, mas sim um bando de papagaios! Todas as vértebras estão calcificadas, curvando a espinha. Não tem cura?. Angustiado, apelei instantaneamente ao bom Deus para dar um -jeitinho-… Pouco depois, o padre Suarez mostrou-me no livro do padre Puig o uso do magnésio…
Padre. Benno J. Shorr – padre jesuíta, Professor de Física, Química e Biologia do Colégio Catarinense / Sta. Catarina

Nervo Ciático, Músculos 

Quando um dos nervos que une a coluna aos membros inferiores fica sob pressão, a dor acontece: é a ciática.
Não é uma doença, mas um sintoma de um problema envolvendo o nervo a que foi buscar o nome – o nervo ciático, o mais longo do corpo humano e que desce da coluna vertebral até aos pés, passando pelas nádegas e por cada uma das pernas. É ele que controla a maioria dos músculos dos membros inferiores, conferindo sensibilidade às coxas, pernas e pés.
A ciática ocorre quando este nervo é sujeito a pressão, geralmente na região lombar (a parte inferior da coluna).

Parkinson, Alzheimer e o Cloreto de Magnésio PA




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Parkinson, Alzheimer e o Cloreto de Magnésio PA
doença de Parkinson, é caracterizada por uma desordem progressiva do movimento devido à disfunção dos neurônios secretores de dopamina nos gânglios da base, que controlam e ajustam a transmissão dos comandos conscientes vindos do córtex cerebral para os músculos do corpo humano. Não somente os neurônios dopaminérgicos estão envolvidos, mas outras estruturas produtoras de serotonina, noradrenalina e acetilcolina (o principal transportador da memória) estão envolvidos na gênese da doença.
Professor Delbet descobriu que o magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram a doença de Parkinson.
Segundo estudos, as concentrações deste nutriente podem estar reduzidas em pessoas com Parkinson no núcleo caudado, por isto, muitos dos sintomas da doença de Parkinson podem ser superadas com alta suplementação de magnésio.
doença de Alzheimer, é caracterizada pela crescente perca de memória.
Por falta de Magnésio, é gerado um  influxo excessivo de cálcio para células cerebrais, o que após um longo período, gera moléculas de radicais livres que motivam disfunção dessas células e, mais cedo ou mais tarde acabam por eliminá-las. Biliões de neurônios morrem desse fenômeno, e outros biliões ficam gravemente prejudicados. Quando pacientes com mal de Alzheimer são examinados numa necrópsia, sempre há evidencias de intenso acúmulo de cálcio nas células cerebrais.

Em 2004, Guosong Liu e colegas do MIT ( Instituto de Tecnologia de Massachusetts) descobriram que o magnésio pode ter uma influência positiva na aprendizagem e memória.
“Descobrimos que a elevação de magnésio cerebral levou à melhoria significativa da memória espacial e associativa em ambos os ratos jovens e idosos”, disse Liu, atual diretor do Centro de Aprendizagem e Memória da Universidade de Tsinghua. “(…) estes resultados podem ter um impacto significativo na saúde pública.” Liu é um dos fundadores da Magceutics, uma empresa sediada na Califórnia para o desenvolvimento de medicamentos para prevenção e tratamento do declínio da memória dependente da idade e da doença de Alzheimer.
“Metade da população dos países industrializados tem um déficit de magnésio, e que aumenta com o envelhecimento. Se pudermos manter níveis normais, ou mesmo elevados, de magnésio, poderemos ser capazes de diminuir significativamente a perda das funções cognitivas e, talvez, prevenir ou tratar doenças que afetam as funções cognitivas”, disse Liu.
Para entender os mecanismos moleculares por trás dessa melhoria da memória induzida pelo suplemento de magnésio, os pesquisadores estudaram as mudanças induzidas nas propriedades funcionais e estruturais das sinapses – as conexões entre os neurónios.
Eles descobriram que, em ratos jovens e idosos, o magnésio aumenta a plasticidade entre as sinapses e aumenta a densidade das sinapses no hipocampo, uma região do cérebro crucial para a aprendizagem e para a memória.
Este estudo não apenas destaca a importância de uma dieta diária com uma quantidade adequada de magnésio, como também sugere a utilidade de tratamentos à base de magnésio para a diminuição da memória associada ao envelhecimento, afirmam os pesquisadores.
Os estudos clínicos, já realizados em Pequim, querem agora descobrir a relação entre a quantidade de magnésio no corpo e as funções cognitivas em seres humanos idosos e em portadores do Mal de Alzheimer.

O Magnésio e os problemas no sistema Digestivo

Estômago – Digestão, Absorção e outros problemas


 O Magnésio e os problemas no sistema Digestivo

O Magnésio e a Digestão

O magnésio tem um papel fundamental na produção de ácido clorídrico no estômago. 

O Magnésio e a Absorção

Algumas pessoas simplesmente não produzem quantidade suficiente de ácido clorídrico (HCl), que pode resultar em uma série de problemas de saúde ligados ao metabolismo e absorção de nutrientes. Essas deficiências podem ser devido a vários distúrbios que afetam o estômago, ou simplesmente devido a diferenças individuais ou razões desconhecidas. Á medida que envelhecemos, a produção de HCl no estômago diminui, muitas vezes de forma dramática, e é quase sempre desapercebida. 

O Magnésio e outros problemas no Sistema Digestivo

O uso de cloreto de magnésio P.A. como um suplemento de magnésio tem o benefício adicional de ajudar a reduzir muitos problemas potenciais que podem surgir a partir do declínio de forma constante das secreções de ácido gástrico no estômago. 


Estas podem incluir: 
  •    Mal-absorção de vitaminas e minerais 
  •    Falha de uma boa digestão 
  •    Uma suscetibilidade aumentada para bactérias indesejáveis, vírus e leveduras na passagem através do intestino 


Magnésio: A Solução

Essas vantagens vêm do cloreto de magnésio P.A., o suficiente para aumentar a produção de ácido gástrico, aumentando assim a absorção e assimilação de magnésio em si, e melhorar a eficiência digestiva geral – criando um ambiente ideal para a assimilação de micronutrientes importantes para a saúde, especialmente à medida que envelhecemos.
Em suas pesquisas, Prof Delbet descobriu que o magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram doenças do aparelho digestivo, tais como colite.
Outro médico francês, A. Neveu descobriu que o magnésio era eficaz com envenenamento e gastroenterite. E, segundo Padre Beno, também sobre cólicas, obstipação, diarréia crónica, mal absorção, pancreatite (inflamação do pâncreas).

Previna a Diabetes com Cloreto de Magnésio Pa




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Diabetes


Vários estudos recentes têm mostrado que quanto menor é o consumo de magnésio, mais elevado é o risco de desenvolver  diabetes. 
De acordo com o estudo do professor Giuseppe Paolisso, da Universidade de Nápoles, na Itália, o déficit de magnésio é associado às diabetes tipos 1 e 2. A pesquisa, publicada no Jornal Americano de Nutrição Clínica, mostra que a ausência desse mineral aumenta o risco de desenvolvimento da retinopatia diabética – lesões que aparecem na retina e que podem causar perda da acuidade visual.
“O Magnésio é necessário para a produção de insulina pelo pâncreas  e também ajuda na sua função de metabolizar a glicose sanguínea  Há uma interacção entre o mineral e o hormônio – é a insulina que transporta o magnésio para o interior das células.
Num estudo feito no Gonda Diabetes Center, na Califórnia, 16 voluntários saudáveis foram colocados numa dieta deficiente em magnésio, e a sua insulina tornou-se menos eficiente em mover a glicose do sangue para as células, onde ela é utilizada como fonte de energia ou armazenamento para uso futuro.
Por outro lado, quando ocorre a resistência insulinica, primeiro passo no caminho do Diabetes tipo 2, ou quando o nosso corpo já não produz insulina suficiente, nós não conseguimos criar um stock de magnésio dentro das células, que é onde ele deve estar, e os rins simplesmente excretam o magnésio circulante no sangue.
Esta relação intima entre magnésio e insulina determina o status da nossa saúde. Magnésio e insulina precisam um do outro, e nós precisamos dos dois. Niveis baixos de Magnésio intracelular e no sangue estão associados á resistência insulinica, com intolerância á glicose, e com a redução da secreção de insulina pelo pâncreas.”
Dra. Tamara Mazaracki

Cloreto de Magnésio PA ,Osteoporose e outras doenças nos ossos e articulações

Osteoporose e outras doenças nos ossos e articulações

Existem aproximadamente 18 nutrientes essenciais para ossos fortes e saudáveis, incluindo o magnésio. É um grande erro suplementar somente o cálcio quando se quer tratar ou prevenir a redução da densidade óssea. 
O magnésio tem múltiplas funções no metabolismo ósseo:
Níveis adequados de magnésio são essenciais para a absorção e utilização do cálcio: o magnésio estimula a produção de calcitonina, uma hormona que ajuda a preservar a estrutura óssea e retira o cálcio excedente da circulação sanguínea e dos tecidos moles, fixando-o no osso. Também suprime a ação de outra hormona ligada ao metabolismo ósseo, a paratormona, reduzindo a reabsorção óssea. O magnésio é necessário para converter a vitamina D inativa na sua forma ativa, o que ajuda a aumentar a absorção de cálcio. As reações enzimáticas necessárias para a formação do osso novo são magnésio dependentes.

O cloreto de magnésio mantém o cálcio dissolvido no sangue. Sem o equilíbrio adequado entre magnésio e cálcio, em uma razão de um para um, o cálcio acaba se depositando nos rins (podendo formar pedras), nas artérias coronárias (resultando em artérias obstruídas) e nas cartilagens das articulações, em vez de chegar aos ossos, onde mais precisamos. Quanto mais cálcio ingerir sem o efeito equilibrante do magnésio, mais sintomas de deficiência em magnésio e excesso de cálcio está sujeito a vivenciar.
A deficiência de magnésio no organismo reduz a absorção e o metabolismo do cálcio, impedindo que a quantidade correta do mineral seja direcionada à formação de ossos mais fortes. Por isso, a dieta que atua na prevenção de doenças como a osteoporose deve contar também com o magnésio.

sábado, 12 de setembro de 2015

Hérnia de Disco e problemas na Coluna - Cloreto de Magnésio PA








Hérnia de Disco e problemas na  Coluna - Livre-se 

da dor com o Cloreto de Magnésio PA.

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coluna vertebral tem as funções de proteger a medula espinhal e fornecer estrutura de apoio aos membros para nos manter em pé.
É composta de 33 vértebras: 7 cervicais (pescoço), 12 dorsais ou torácicas, 5 lombares, 5 no sacrais (são 5 vértebras fundidas no sacro) e 4 ossos fundidos em um osso, o cóccix.
Entre uma vértebra e outra existe o disco intervertebral (onde pode surgir a hérnia). O que segura as vértebras empilhadas é a soma de vários músculos e ligamentos, em per
feito equilíbrio biomecânico.
O Magnésio é fundamental para a formação do Colágeno no nosso organismo. O colágeno é de suma importância para a constituição da cartilagem dos discos intervertebrais da coluna. Também para a formação da membrana que recobre os ossos nas articulações (periósteo).
Com isto são evitados problemas de artrose na coluna (bicos de papagaio, dores) e outros nas articulações como bursite, esporão do calcâneo, Hérnia discal, etc.. A maior parte do Magnésio em nosso corpo encontra-se nos ossos (cerca de 70%), onde fica em reserva, fazendo parte da trama óssea junto com o Cálcio, o Fósforo e o Manganês. Em caso de carência do Magnésio e frente a uma prioridade maior do organismo, ele tende a ser retirado dos ossos, alterando o seu equilíbrio com o Cálcio.

Epilepsia e o Cloreto de Magnésio PA


 A epilepsia é marcada por níveis anormalmente baixos de magnésio no sangue, causando hiper-excitabilidade em regiões do cérebro.
Há muitos casos de epilepsia que melhoram significativamente ou desaparecem com suplementação de magnésio. Uma pesquisa com 30 epilépticos, em que tomavam diariamente 450 mg de magnésio, resultou no controlo com sucesso das convulsões. Em concentrações suficientes, o magnésio inibe convulsões, limitando ou retardando a propagação da descarga elétrica de um grupo isolado de células cerebrais para o resto do cérebro. As drogas usadas pela medicina alopática são, normalmente, de efeitos anticonvulsivos, isto é, travam os sintomas (parte exterior da doença) sem ir às causas (parte interna e essencial da doença). A médica Adelle Davis verificou que a ingestão diária de 450 miligramas de magnésio por 30 crianças epilépticas que estavam sendo medicadas com drogas anticonvulsivas lhes restituiu a saúde, sem necessitarem mais de recorrer a essas drogas. Um estudo feito em 22 pacientes, publicado em maio de 2012 pelo Toronto Western Research Institute – Canadá, sugere o efeito benéfico da suplementação de magnésio como adjuvante de outros tratamentos em casos de epilepsia refratária.
O magnésio é um mineral essencial envolvido em vários processos do corpo, incluindo a função do sistema nervoso central. A deficiência de magnésio grave resultante de defeitos genéticos raros tem sido associada a convulsões. Infusão intravenosa de magnésio é utilizada na medicina para prevenir e gerir crises em pacientes com epilepsia e outras condições, tais como eclâmpsia. O magnésio exerce um efeito anticonvulsivante em animais, relata um artigo de Alan Gaby numa edição de 2007 da Revista Medicina Alternativa. Em animais, o efeito anticonvulsivo do magnésio parece bloquear a activação dos receptores excitatórios determinados no cérebro. O artigo de revisão, observa caso clínico em que a administração oral de magnésio reduz a frequência de crises em humanos também.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Magnésio e Depressão, Pânico, Ansiedade, Insónia, Stress


Magnésio e Depressão, Pânico, Ansiedade, Insônia, Stress

É cada vez mais comum e mais banalizado o uso de drogas psiquiátricas contra a depressão, ansiedade, stress e outros sintomas mentais, como o pânico, a compulsão alimentar, as dependências de álcool e tabaco, e fobias diversas. Drogas pesadas com inúmeros efeitos colaterais, causadoras de dependência e que não curam o problema. Estes sintomas podem estar ligados a uma deficiência de magnésio.
As pessoas não apresentam depressão ou ansiedade porque o corpo tem deficiência de Valium ou Prozac, ou outros medicamentos do mesmo tipo. Estas drogas não são usadas pelo nosso corpo nos importantes processos metabólicos, ao contrário do magnésio, cuja deficiência pode levar ao aparecimento de sintomas na esfera psicológica.
O magnésio relaxa o sistema nervoso por diversos mecanismos. Além de agir na musculatura contraída, ele também é bloqueador natural de um receptor cerebral chamado NMDA. Este receptor é estimulado pelo cálcio levando a uma hiperexcitação do cérebro, com irritabilidade, ansiedade, depressão e stress. O magnésio age como antagonista, impedindo esta hiperexcitação, ajudando a acalmar o sistema nervoso.
 Texto: Dra. Tamara Mazaracki
Graduação em Medicina – UNIRIO
Membro da Associação Brasileira de Nutrologia – ABRAN
Título de Especialista em Nutrologia – Associação Médica Brasileira – AMB
Pós-Graduação em Terapia Ortomolecular, Nutrição Celular e Longevidade – Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo – FACIS-IBEHE

O Cloreto de Magnésio mostra-se benéfico no tratamento de doenças do foro emocional e psicológico, tais como: apatia, confusão, depressão, desorientação, epilepsia, alucinações, irritabilidade, doença mental, esclerose múltipla, nervosismo, neurite, paranóia, doença de Parkinson, falta de memória, senilidade, entre outras.

Enxaqueca

Enxaqueca

A enxaqueca é um desequilíbrio químico no cérebro, envolvendo hormonas e substâncias denominadas peptídeos. Esse desequilíbrio resulta de uma série de outros desequilíbrios neuroquímicos e hormonais, decorrentes do estilo de vida e hábitos do portador da doença enxaqueca.
 enxaqueca
De acordo com o especialista em gestão de dor Dr. Norman Shealy, a maioria das pessoas é deficiente em  magnésio, e isto pode causar desequilíbrios no funcionamento do corpo, dando lugar a doenças crônicas como fibromialgia, enxaqueca, uma vez que o magnésio está envolvido em mais de 350 reações enzimáticas essenciais à vida, abrangendo todos os aspectos da fisiologia humana.
O Magnésio tem um efeito calmante sobre o sistema nervoso. Por causa de seu forte efeito relaxante, o magnésio contribui não só para ter um sono melhor, mas também é útil no tratamento de dores de cabeça e enxaquecas.

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Infecções e Inflamações na pele- cura através do Cloreto de magnésio Pa

 INFECÇÕES – O magnésio reforça as defesas naturais do organismo: duplica os glóbulos brancos, soldados do sangue que matam o triplo de micróbios.magnésio é ótimo contra furúnculos, inflamações. Cura erisipela. Em manchas da pele, psoríase, alergias, acne, tóxicos, feridas – ponha um paninho úmido com magnésio, ou passe com a mão. Para psoríase, solução concentrada.
Padre Beno Schor
O primeiro proeminente pesquisador a investigar e a promover os efeitos antibióticos do magnésio foi um cirurgião francês, Professor Pierre Delbet MD. Em 1915 ele foi à procura de uma solução para limpar feridas dos soldados, porque ele descobriu que os anti-sépticos tradicionalmente utilizados nos tecidos danificados incentivavam as infecções em vez de as prevenir. Em todos os seus testes a solução de cloreto de magnésio foi de longe a melhor. Não somente ele era inofensivo para os tecidos, mas também aumentava enormemente a atividade dos leucócitos e a fagocitose – a destruição de micróbios.
Mais tarde o Prof Delbet também realizou experimentos com aplicações internas de cloreto de magnésio e descobriu ser um poderoso imuno-estimulante. Em suas experiências a fagocitose aumentou em até 333%. Isto significa que após ingestão do cloreto de magnésio o mesmo número de glóbulos brancos destruía até três vezes mais micróbios do que antes.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Fibromialgia cura através do Cloreto de magnésio PA




 A Fibromialgia é um síndrome que se caracteriza principalmente pela existência de dores generalizadas, cansaço extremo e perturbações no sono. Normalmente existe também a presença conjunta de vários outros sintomas que podem variar. O magnésio é muito importante para a função do músculo, do sistema imunológico, do humor e da produção de energia, os quais tendem a ser prejudicados nos casos de fibromialgia.
Não é surpreendente que muitas pessoas com fibromialgia beneficiem com o uso do magnésio. Segundo Sérgio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o magnésio é responsável pela queima do açúcar e por reações que dão origem a compostos energéticos. “Os portadores de fibromialgia em geral apresentam deficiência de magnésio, mineral que ajuda no relaxamento dos músculos. A reposição desse mineral tem sido utilizada em muitos estados dolorosos, especialmente em cefaléias, com bons resultados. O magnésio também pode ajudar no sono e em espasmos ou cãibras”,
explica o Dr. Sérgio. Especialistas também garantem que a performance física melhora com a suplementação de magnésio, através de liberação de energia para a contração muscular. O Magnésio activa o enzima mais importante no corpo, ATP (trifosfato de adenosina) uma molécula de energia produzida dentro de um componente das células, chamada mitocondria, “forno” da energia do corpo. Cerca de 20 por cento da produção de ATP está localizada no cérebro. Como resultado, os níveis diminuídos podem reduzir as funções cognitivas do cérebro, um problema comum em pessoas com fibromialgia. O magnésio é necessário para a produção de serotonina, um neurotransmissor do cérebro, envolvido na percepção da dor. Os níveis de serotonina têm sido mostrados como sendo significativamente mais baixos em pessoas com fibromialgia. O magnésio é um dos muitos co-factores necessários para soltar e ligar a serotonina no cérebro, para proporcionar um funcionamento mental equilibrado. É particularmente interessante que a deficiência de magnésio aumente os níveis de substância P, conhecido por ser elevado na fibromialgia. A substância P é um Neurotransmissor de onze aminoácidos que se encontra tanto no sistema nervoso central, como no periférico. Está envolvido na transmissão da dor, causa rápidas contrações do músculo liso grastrointestinal e modula as respostas inflamatórias e imunológicas. A deficiência de magnésio aumenta a substância P. Pessoas com fibromialgia têm níveis anormalmente elevados de substância P. Ela funciona como um mensageiro da dor e está associado com o processo inflamatório nas articulações. Níveis em excesso podem causar sinais de dor a serem enviados para o cérebro, mesmo quando não há nenhuma lesão ou doença real. O Magnésio pode ajudar no cansaço, fadiga, distúrbios do sono, nevoeiro fibro, obstipação, rigidez muscular, dor (incluindo dor miofascial e dor neuropática), ansiedade, depressão (incluindo transtorno bipolar), dores de cabeça, sensibilidade excessiva sensorial (como fotofobia), arritmias, múltipla sensibilidade química (MCS) e fenómeno de Raynaud.